300 Abdominais

Programa de 300 abdominais

191-210 abdominais

191-210 abdominais
Dia 1
30 segundos entre as séries (ou mais)
Dia 4
30 segundos entre as séries (ou mais)
Série 1 27 Série 1 28
Série 2 29 Série 2 30
Série 3 29 Série 3 30
Série 4 27 Série 4 28
Série 5 27 Série 5 28
Série 6 25 Série 6 27
Série 7 25 Série 7 27
Série 8 25 Série 8 26
Série 9 25 Série 9 26
Série 10 max (mínimo 27) Série 10 max (mínimo 29)
Dia 2
30 segundos entre as séries (ou mais)
Dia 5
30 segundos entre as séries (ou mais)
Série 1 28 Série 1 28
Série 2 30 Série 2 30
Série 3 30 Série 3 30
Série 4 27 Série 4 28
Série 5 27 Série 5 28
Série 6 25 Série 6 28
Série 7 25 Série 7 28
Série 8 25 Série 8 27
Série 9 25 Série 9 27
Série 10 max (mínimo 28) Série 10 max (mínimo 29)
Dia 3
30 segundos entre as séries (ou mais)
Dia 6
30 segundos entre as séries (ou mais)
Série 1 28 Série 1 28
Série 2 30 Série 2 30
Série 3 30 Série 3 30
Série 4 27 Série 4 29
Série 5 27 Série 5 29
Série 6 26 Série 6 28
Série 7 26 Série 7 28
Série 8 26 Série 8 27
Série 9 26 Série 9 27
Série 10 max (mínimo 29) Série 10 max (mínimo 29)

 

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Dentro ou fora de casa: onde deves fazer os teus abdominais?

Um abdominal quase nada exige: um bocado de chão e alguns minutos. Essa simplicidade significa que o podes fazer praticamente em qualquer lado, o que levanta uma pequena mas real questão para quem está a construir uma rotina. Será melhor deitares-te na carpete da sala ou saíres para um parque? Nenhum é objetivamente superior, mas cada cenário tem uma sensação distinta, e conhecer os prós e contras ajuda-te a escolher o que realmente te vai manter a voltar.

O ar livre tem um encanto fácil. Treinar sob o céu aberto, na relva ou na areia em vez de num tapete, tende a fazer com que tudo pareça menos um treino e mais estar vivo lá fora por uns momentos. O ar fresco pode ser genuinamente revigorante, e um pouco de tempo ao sol traz alguma vitamina D pelo caminho. A envolvência natural muitas vezes levanta o ânimo e tira o peso a um dia stressante, e o terreno variado dá-te uma desculpa fácil para mudar a rotina, de modo a que nunca se torne monótona.

O senão é que o ar livre faz o que lhe apetece. Chuva, vento ou uma onda de calor podem arruinar a tua consistência, e a consistência é o que realmente conta nos abdominais. Há também incómodos menores: insetos, pólen para quem é sensível a ele e chão irregular que pode tornar um exercício deitado mais desajeitado do que devia. No dia errado, o parque que na semana passada parecia inspirador torna-se um motivo para desistir.

O interior inverte essas forças e fraquezas. O maior atrativo é o controlo. O tempo é irrelevante, o chão é plano e podes treinar à mesma hora todos os dias, independentemente do que se passa lá fora, o que torna muito mais fácil construir um hábito fiável. Ganhas privacidade, útil se preferires não fazer crunches à frente de estranhos, acesso rápido a um tapete ou a outro equipamento e uma superfície geralmente mais segura e previsível debaixo dos pés.

O que o interior abdica é da atmosfera. Quatro paredes não conseguem igualar a amplitude e o ar fresco de um parque, uma sala apertada pode parecer sufocante, e as habituais distrações de dentro de casa, telemóvel, televisão, seja lá o que houver para fazer pela casa, estão sempre ao alcance para te desviar o foco. O veredito honesto é que aqui não há vencedor. O melhor sítio é aquele que vais mesmo usar, e há muito a dizer a favor de fazer os dois: ao ar livre quando o tempo colabora, dentro de casa quando não colabora, para que nada te impeça de despachar a série.