300 Abdominais

Programa de 300 abdominais

131-145 abdominais

131-145 abdominais
Dia 1
45 segundos entre as séries (ou mais)
Dia 4
45 segundos entre as séries (ou mais)
seria 1 23 seria 1 23
seria 2 25 seria 2 25
seria 3 25 seria 3 25
seria 4 21 seria 4 23
seria 5 21 seria 5 23
seria 6 20 seria 6 23
seria 7 20 seria 7 23
seria 8 max (minimum 24) seria 8 max (minimum 25)
Dia 2
45 segundos entre as séries (ou mais)
Dia 5
45 segundos entre as séries (ou mais)
seria 1 23 seria 1 24
seria 2 25 seria 2 26
seria 3 25 seria 3 26
seria 4 21 seria 4 23
seria 5 21 seria 5 23
seria 6 21 seria 6 23
seria 7 21 seria 7 23
seria 8 max (minimum 25) seria 8 max (minimum 25)
Dia 3
45 segundos entre as séries (ou mais)
Dia 6
45 segundos entre as séries (ou mais)
seria 1 23 seria 1 24
seria 2 25 seria 2 26
seria 3 25 seria 3 26
seria 4 23 seria 4 24
seria 5 23 seria 5 24
seria 6 22 seria 6 23
seria 7 22 seria 7 23
seria 8 max (minimum 24) seria 8 max (minimum 25)

 

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Abdominais em todas as idades

Um abdominal parece o mesmo quer tenhas nove ou setenta anos, mas a forma inteligente de o fazer muda bastante ao longo de uma vida. O exercício mantém-se útil em qualquer idade; o que muda é o quão forte o exiges, o quanto o supervisionas e o que estás a tentar tirar dele.

Para crianças e adolescentes, o corpo ainda está a crescer, e esse crescimento merece um toque leve. Os abdominais podem ser uma boa introdução à ideia de que o movimento faz parte da vida diária, mas o objetivo nesta fase é a técnica e o prazer, não os números grandes. Uma sessão supervisionada onde um miúdo aprende a mover-se a partir das costelas em vez de puxar o pescoço vale muito mais do que uma corrida às cinquenta repetições. Melhor ainda, os abdominais devem ser uma pequena peça de um quadro muito maior: correr, trepar, nadar, desportos de equipa, toda a brincadeira desordenada que constrói um jovem atleta completo. Carregar pressão sobre as contagens de repetições tende a sair pela culatra.

A idade adulta é onde os abdominais podem brilhar. Um corpo maduro lida bem com o trabalho repetitivo de core, e esta é a fase em que podes construir volume e consistência a sério. Essa liberdade não é, porém, uma licença para te descuidares. Uma coluna neutra, um core ativo e repetições suaves e controladas ganham sempre ao ressalto frenético, e mantêm a zona lombar contente. Compensa também ser honesto quanto ao teu próprio ponto de partida e integrar os abdominais numa rotina variada, em vez de os tratares como o plano inteiro. Uma zona média forte e coordenada pode ajudar a dar suporte a uma boa postura e a tornar mais fácil levantar e carregar coisas no dia a dia.

Mais tarde na vida, o objetivo desloca-se para manter a mobilidade e conservar o músculo que tens. Os tecidos são um pouco menos tolerantes e a recuperação demora mais, por isso vale a pena ter cautela. Quem se exercita em idade mais avançada costuma dar-se bem com versões mais suaves e modificadas, que poupam o pescoço e a zona lombar, e é razoável falar com um médico antes de começar algo novo. Opções de baixo impacto como o Pilates ou o yoga podem construir força de core com menos tensão, e combinam bem com abdominais modificados.

O fio que atravessa tudo isto é o mesmo: privilegia a qualidade em vez da quantidade e deixa o teu corpo marcar o ritmo. Um abdominal bem feito em qualquer idade é um investimento pequeno e repetível. Tratado com bom senso e não como uma competição de números, mantém-se um companheiro que podes conservar durante décadas.